25 de jun de 2010

PARA O MUNDO, DO FUNDO...

Mas é preciso um pouco de sofrimento para  o aparecimento de toda arte,
 de todo poema, de toda obra intensa e complexa que surja em qualquer parte
É preciso um “quê” de qualquer coisa que se sinta mal ou desorientado
louco, confuso, triste, magoado...
para que seja uma bela obra, admirável e inesquecível
Ao artista cabe sofrer plenamente e criar intensamente
Ao publico, perceber, aprovar ou não seu sofrimento, sua obra...
Ainda que não haja para o artista, sobras
do que ele nem imaginou que um dia receberia por seu sofrer