30 de abr de 2010

Amor em COPAS



Sou Brasileiro
Levo com orgulho minha bandeira
Amo e torço por MEU PAÍS
Na copa...
Visto o verde e o amarelo
Tenho bandeira ate no chinelo
Sofro e morro por MEU PAÍS
Na copa...
Esmalte nas cores da bandeira
Sou mulher guerreira
Tenho orgulho em ser brasileira
Na copa...
Sou artista de sorriso largo
Mostro meu talento nas ruas e estádios
Sou artista brasileiro
Na copa
Sou “brameiro” o ano todo
De janeiro ao ano novo
E me orgulho de onde venho
Na copa...
Mas quando não tem copa
Reclamo o tempo todo
Peço e grito por socorro
Nada importa
Falo mal de meu presente
Da justiça, do presidente...
Nada presta nessa bosta
Queria estar em outro país
Eu estufo o peito a dizer
Mas logo vem mais torcida
Jogos olímpicos, esportistas
E a bandeira volta
Torço e sofro por MEU PAÍS
Nas olimpíadas
Volto a ser orgulhoso
Do meu País verde amarelo
Pondo o resto do mundo no chinelo
Sou Hipócrita

19 de abr de 2010

Brechas


Quando dermos brechas, o demônio entrará em nossas vidas, nossos corpos e consumirá nossas almas. Quando dermos brecha, o mal se apossará de nossos destinos e tudo o que nos for ruim, acontecerá. Quando dermos brechas, toda tristeza, agonia e dissabores, tomarão conta de nossos dias e noites, tornando nossas vidas insuportaveis. Quando dermos brecha, seremos apenas um corpo, em uma brecha, uma fresta na terra e nossa alma terá que se conformar com o fim que nos cabe...

. Mas seremos tão idiotas a ponto de darmos brechas para o mal em nossas vidas?

5 de abr de 2010

Destino de poeta




Destino de poeta é morrer de tuberculose ou solidão...
De preferência bêbado embriagado de vinho, rum, absinto ou uma bebida barata       (Pelo menos estão descartadas as tragédias)
A maior tragédia de um poeta é nascer com esse destino de perdas e desencontros, que o faz transformar sentimentos em palavras...
Não é privilegio de um poeta, ser feliz, ou encontrar em    vida, o alcance de seus anceios. Poeta vive de sonhos e quando se acabam os sonhos e sofrimentos, la se vai a inspiração. Ser poeta é sofrer em si mesmo, a agonia de nao encontrar-se em lugar algum. É estar num paralelo entre o sonho e um local para observa-lo. Ser poeta é nao estar no mundo em que vive.